
No último sábado, dia 12 de julho de 2025, o Vale do Aço marcou presença na XVI Troca dos Saberes da Universidade Federal de Viçosa (UFV), por meio do trabalho do Ponto de Cultura Espaço ArmaZen. O evento, reconhecido nacionalmente pela valorização de saberes populares, contou com a participação ativa da gestora do Espaço ArmaZen, Márcia Miranda, e de diversos colaboradores que levaram arte, tradição e inclusão à universidade.
Ciranda da Diversidade: resgatando uma tradição milenar
Sob a condução de Márcia Miranda, foi realizada a oficina “Ciranda da Diversidade”, cuja proposta central é resgatar e valorizar a rica tradição das cirandas – uma manifestação cultural reconhecida atualmente como patrimônio imaterial brasileiro. Para ampliar a vivência, a oficina promoveu atividades diversificadas, como:
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Soltura de corpo: dinâmicas corporais que estimulam a liberdade de movimento e a integração do grupo;
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Percussão: introdução aos ritmos tradicionais da ciranda, destacando a importância da musicalidade;
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Dança: experiências práticas nos movimentos e coreografias característicos da ciranda;
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Roda de conversa: momento de troca refletindo sobre memória cultural, diversidade e preservação da ciranda.
O impacto da oficina e o compromisso com o futuro
Segundo Márcia Miranda, a oficina foi uma oportunidade de “plantar uma sementinha”, incentivando novos participantes a conhecerem, vivenciarem e perpetuarem essa cultura secular, que corre o risco de se perder diante das transformações sociais. O projeto do Espaço ArmaZen reafirma seu compromisso no resgate das cirandas e no fortalecimento da identidade cultural do Vale do Aço e de Minas Gerais.
Por que eventos como esse são importantes?
Além de envolver diferentes gerações e promover inclusão, oficinas como a “Ciranda da Diversidade” contribuem para a valorização dos saberes populares, resgatando memórias e incentivando o reconhecimento de patrimônios imateriais. O Ponto de Cultura Espaço ArmaZen segue como referência em iniciativas de educação, arte, cultura e cidadania, mostrando que o legado das cirandas continua vivo por meio de ações coletivas e engajadas na contemporaneidade.

O impacto da oficina e o compromisso com o futuro




