5 DICAS DE SÉRIES IMPERDÍVEIS

Por 19/09/2025No Comments18 min de leitura
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Com os catálogos dos canais de streaming cada vez maiores, encontrar boas obras tem se tornado uma verdadeira maratona. Para complicar um pouco mais, a qualidade da maior parte das obras é de gosto duvidoso, o que torna a “arte de garimpar” uma prática cada vez mais necessária para não se ver imerso em algumas bombas.

Como apaixonado pela cultura Pop, em especial por obras audiovisuais, sempre acompanho os lançamentos de filmes e de séries, dedicando um tempo considerável tanto assistindo a novas obras quanto tentando conhecer novos filmes e séries conceituados. Busco não me prender tanto às avaliações de agregadores de notas como IMDB, Metacritic e Rotten Tomatoes, mas os considero referências relevantes para descartar obras de péssima qualidade, tendo em vista que a unanimidade para o que é considerado ruim, tanto pelo público quanto pela crítica, geralmente é uma verdade. Ainda que até acredite na máxima de que “não existe filme ou série totalmente ruim, pois sempre serão bons para alguém”, afinal todos temos nossos guilty pleasures, desastres como Resident Evil: a Série (2022), da Netflix, com seus 4.2 no IMDb, não deveriam ser indicados para ninguém assistir (a não ser sob t0rtura!).

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Chefe de Guerra – Divulgação: AppleTV+

Dito isso, trouxe na matéria de hoje, baseando-se exclusivamente na minha opinião, 5 excelentes séries, com quatro recém-lançadas e uma de 2020, todas assistidas recentemente, e que me surpreenderam bastante.

Se você está procurando por algumas séries incríveis para chamar de suas, indico algumas que valeram cada minuto assistido por mim. E tem para todos os gostos: drama histórico, comédia inspiradora, thriller de ação militar com suspense, ficção cientìfica com terror e até um drama psicológico com ação e suspense protagonizado por um dos anti-heróis e serial killers mais carismáticos da cultura pop.

 1) CHEFE DE GUERRA (Chief of War) – 2025

APPLE TV+

Sinopse:

No final do século XVIII, os quatro reinos do Havaí vivem em constante guerra. Ka‘iana (Jason Momoa), um guerreiro que retorna após conhecer o mundo exterior, se envolve em uma luta brutal para unificar as ilhas, enfrentando dilemas de poder, lealdade e sobrevivência diante da ameaça da colonização.

Elenco principal:

Jason Momoa (Ka´iana), Luciane Buchanan (Ka´ahumanu), Mainei Kinimaka (Heke), Te Ao o Hinepehinga (Kupuohi), Siua Ikale´o (Nahi), Te Kohe Tuhaka (Namake), Temuera Morrison (Rei Kahekili), Cliff Curts (Keoua), Kaina Makua (Kamehameha).

Criação e Direção:

Criadores: Jason Momoa e Thomas Pa‘a Sibbett. Episódios dirigidos por Justin Chon, Anders Engström, Brian Andrew Mendoza e Jason Momoa.

Por que vale a pena assistir?

A série criada, co-roteirizada, produzida e protagonizada por Jason Momoa, que também dirige o 9º e último episódio da temporada, acompanha a épica história da colonização e da unificação do Havaí no século 18. O astro dá vida a Ka’iana, um chefe guerreiro que reluta, a princípio, na missão monumental de unir sua terra natal, enquanto a luta pelo poder irrompe nos quatro reinos.

Com o sucesso incontestável de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão (2024), série da Disney+ que retratou o Japão no ano de 1600, Momoa conseguiu trazer aos holofotes esta série belíssima, que se não possui arcos dramáticos que fujam do lugar comum, entrega cenários belíssimos e aprofunda muito na cultura havaiana do século 18, desde vestimentas, hierarquias, arquitetura local e modo de vida às táticas de luta e de guerra. Com participação de outros astros conhecidos, como Cliff Curts (de Fear The Walking Dead e Megatubarão), Temuera Morrison (o Boba Fett de Star Wars) e Luciane Buchanan (de O Agente Noturno e SweetTooth), além de um elenco de atores e atrizes de origem polinésia (como o próprio Jason Momoa), a série não tem qualquer pudor em ser brutal ou extremamente violenta, o que é crucial para a narrativa ganhar o peso necessário. Ainda que seja a violência seja gráfica, com ótimas lutas muito bem coreografadas, há uma certa elegância no que é escolhido mostrar, com uma direção assertiva que dá o impacto que cada sequência pede.

Assim como em Xógum ou Game of Thrones, há a promessa de uma grande batalha desde seu primeiro episódio, e as expectativas são plenamente atendidas. Ela acontece no último episódio da temporada – exatamente o episídio dirigido por Momoa –, e é simplesmente um dos melhores episódios de 2025. Um espetáculo grandioso de grande catarse, que em nada fica devendo aos combates cinematográficos, com excelentes ganchos para uma 2ª temporada que, tenho certeza, será confirmada muito em breve.

Uma curiosidade para fãs de Dragon Ball: na série conhecemos também a história do primeiro Rei do Havaí unificado, Kamehameha I.  

Notas: IMDb:7,6 Rotten Tomatoes: 🍅 93% (críticos) | 81% (público)


2) TED LASSO (2020- )

APPLE TV+

Sinopse:

Um carismático treinador de futebol americano, Ted Lasso (Jason Sudeikis), é contratado para comandar um time de futebol na Inglaterra, onde sua energia contagiante e otimismo inabalável transformam não apenas o clube, mas também a vida de pessoas como o durão capitão Roy Kent (Brett Goldstein), a perspicaz dona do time Rebecca Welton (Hannah Waddingham) e o dedicado assistente técnico Coach Beard (Brendan Hunt). Com humor inteligente, personagens cativantes e uma mensagem inspiradora, a série é uma verdadeira celebração da esperança e da humanidade.

Elenco principal:

Jason Sudeikis (Ted Lasso), Hannah Waddingham (Rebecca Welton), Juno Temple (Keeley Jones), Brett Goldstein (Roy Kent), Jeremy Swift (Leslie Higgins).

Criação e Direção:

Criadores: Jason Sudeikis, Bill Lawrence, Joe Kelly e Brendan Hunt. Episódios dirigidos por diversos diretores ao longo das 3 temporadas, como Tom Marshall, Zach Braff, Elliot Hegarty e MJ Delaney.

Por que vale a pena assistir?

Criada com base num personagem criado por Jason Sudeikis para uma série de comerciais do canal esportivo da NBC, durante a cobertura da Premier League britânica, a Ted Lasso usa a inusitada premissa de colocar um técnico de time de futebol americano do colegial como técnico do AFC Richmond, um time fictício tido como um dos mais prestigiados da liga britânica de futebol. Centrada em Ted Lasso (Sudeikis), o técnico que dá nome à série e que, juntamente com seu lacônico amigo e treinador Beard (Brendan Hunt), mudam-se para Londres a convite de Rebecca Welton (Hannah Waddingham), a nova dona do time que, secretamente, deseja destruir o Richmond por vingança contra seu ex-marido, já que esta era a propriedade que o milionário mais amava.

Lançada originalmente em 2020, no auge da pandemia, sempre ouvi falarem muito bem da série, mas somente há algumas semanas dei a chance de assistir a todos os 35 episódios divididos em 3 temporadas. Ao chegar ao final de seus primeiros episódios, ficou muito clara a razão do hype pela obra: no mundo cínico em que vivemos, a série consegue ser otimista até a raiz do cabelo, com um protagonista tão compreensivo, humano, doce e inteligente que chega a destoar de todos ao seu redor em Londres. Com o passar dos episódios, no entanto, depois que percebemos o quanto sua visão filosófica positivista da vida impacta todos ao seu redor, de jogadores, funcionários, jornalistas, torcedores e até a proprietária do clube, começamos a entender as camadas por trás de toda a gentileza do personagem icônico de Jason Sudeikis, o tornando ainda mais incrível aos nossos olhos.

Ainda que a 1ª temporada seja, na minha opinião, a melhor de toda a série, todas elas são incríveis, com muito espaço para desenvolvimento de vários outros personagens, com histórias que se cruzam em bons arcos narrativos, e com reviravoltas carregadas de emoção e humor. Destaco aqui os arcos de desenvolvimento dos personagens de Roy Kent, de Jamie Tartt, de Nathan Shelley e, em especial, de Rebecca Welton — que não por acaso renderam à atriz Hannah Waddingham premiações como Melhor Atriz Coadjuvante em séries de comédia nos anos de 2021 e 2022 (Emmy e Critics’ Choice Television Awards). Entretanto, Ted Lasso não dá nome à série por acaso: Jason Sudeikis encanta como o protagonista e deixa tudo melhor, seja com sua sempre gentil eloquência caipira, recheada de referências da cultura pop, com seu humor leve e de várias camadas, ou simplesmente por nos entregar um personagem que nos faz realmente “acreditar” que tudo é possível.

Abordando temas como liderança, saúde mental, resiliência, amizade, família, preconceitos e escolhas de vida, Ted Lasso é uma série imperdível! Ainda que envolva o mundo do futebol, com algumas cenas interessantes e participações especiais de jogadores e técnicos famosos, tudo isso serve como pano de fundo, pois a mágica ocorre mesmo nos bastidores dos treinamentos e jogos, no vestiário, nos pubs e praças do fictício bairro londrino, e na intimidade de alguns dos personagens. Muito mais uma dramédia do que uma comédia pastelão, ainda que com ótimas gags e momentos que arrancarão gargalhadas, o que posso garantir é que em algum momento, já na 1ª temporada, em cada final de episódio você terá uma sensação similar à de um abraço caloroso de quem aprendemos a amar.

Uma curiosidade interessante: A 3ª temporada teve um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais que já assisti, e encerraria a história do mais carismático técnico de futebol do mundo com maestria. Porém, já foi anunciado pela Apple TV que teremos uma 4ª temporada, prevista para início de 2026.

Notas: IMDb: 8,8 Rotten Tomatoes: 🍅 92% (críticos) | 85% (público)


3) A LISTA TERMINAL: LOBO NEGRO (The Terminal List: Dark Wolf) – 2025

AMAZON PRIME VIDEO

Sinopse:

Neste prelúdio da ótima A Lista Terminal (2022), Ben Edwards (Taylor Kitsch) — ainda um jovem fuzileiro da Marinha Norte-Americana — embarca numa trajetória tortuosa que vai do campo de batalha até as sombras do serviço secreto como agente da CIA, enquanto sua amizade com James Reece (Chris Pratt) é testada em meio a missões perigosas. Com o surgimento de personagens como Raife Hastings (Tom Hopper) e Eliza Perash (Rona-Lee Shimon), ele será forçado a confrontar escolhas morais que moldarão não só quem é, mas quem ele se tornará.

Elenco principal:

Taylor Kitsch (Ben Edwards), Chris Pratt (James Reece), Tom Hopper (Raife Hastings), Luke Hemsworth (Landry), Rona-Lee Shimon (Eliza Perash), Robert Wisdom (Jed Haverford), Shiraz Tzarfati (Tal Varon).

Direção / Criação:

Criadores: Jack Carr e David DiGilioEpisódios dirigidos por Frederick E.O. Toye, Liz Friedlander e outros.

Por que vale a pena assistir?

Com ação intensa, suspense de primeira linha e muitos dilemas morais, esta série expande o universo de A Lista Terminal (2022), um dos maiores sucessos da Prime Video, com uma história envolvente para fãs de thrillers militares. Funcionando como um prelúdio para a série de 2022, acompanhamos a história de Ben “Black Wolf” Edwards para entender melhor como ele se tornou o especialista que ajuda o James Reece de Chris Pratt anos depois em sua saga de vingança na série original.

Contando com ótimas cenas de ação, com personagens bem construídos e com uma constante sensação de que algo de terrível pode acontecer a qualquer momento, esta série consegue ser tão boa quanto sua predecessora, desta vez com o personagem de Taylor Kitsch como o grande protagonista. Impactante, instigante, com cenas fortes e com reviravoltas muito bem engendradas, indico com louvor mesmo para quem não assistiu à série de 2022.

Notas: IMDb:7,9Rotten Tomatoes: 🍅 75% (críticos) | 82% (público)


4) DEXTER: RESSURREIÇÃO (Dexter: Resurrection – 2025)

PARAMOUNT+ e AMAZON PRIME VIDEO (via Paramount+)

Sinopse:

Após um período afastado, Dexter Morgan (Michael C. Hall) retorna à ativa para encontrar seu filho Harrison (Jack Alcott) desaparecido. A série mergulha nos dilemas morais, culpa e traumas de Dexter, equilibrando suspense e drama psicológico.

Elenco principal:

Michael C. Hall (Dexter Morgan); Jack Alcott (Harrison Morgan); James Remar (Harry Morgan); David Zayas (Angel Batista); Uma Thurman (Charley); Peter Dinklage (Leon Prater); Kadia Saraf (Det. Claudette Wallace); Kristen Ritter (Mia Lapierre).

Direção / Criação:

Episódios dirigidos por Marcos Siega e Monica Raymund. Criado por Clyde Phillips.

Por que vale a pena assistir?

Esta nova série representa um retorno emocionante da franquia após a decepcionante Dexter: New Blood (2021) e a razoável Dexter: Original Sin (2024), equilibrando nostalgia com novos mistérios enquanto explora novamente o lado psicológico de Dexter e o relacionamento com seu filho Harrison. Ambientada em Nova Iorque, desta vez conseguiram criar uma trama que aprofundou bem a relação entre pai e filho, além de trazer uma lufada de criatividade com bons personagens que só enaltecem o trabalho incrível de Michael C. Hall.

Sem dar spoillers, posso dizer que esta temporada está entre as 3 melhores de toda a saga do Açougueiro de Bay Harbor. Com uma trama coesa, com novos personagens muito interessantes (destaque para os interpretados por Peter Dinklage, Kristen Ritter, Uma Thurman e Kadia Saraf, dentre outras participações especiais), e um envolvimento emocional e nostálgico para os fãs de longa data através do Dexter e do velho conhecido Angel Batista, tudo parece se encaixar muito bem. O final excelente desta temporada fechou todos os arcos com chave de ouro e, apesar da série ainda não ter ainda sinal de renovação pela Paramount+, deixou ganchos muito interessantes para a continuidade da saga.

Notas: IMDb:9,2Rotten Tomatoes: 🍅 95% (críticos) | 87% (público)


5) ALIEN: EARTH (2025- )

DISNEY+

Sinopse:

Quando uma misteriosa nave de pesquisa espacial cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) — uma jovem ligada a experimentos com híbridos — e um grupo heterogêneo de soldados/táticos descobrem um perigo inimaginável que ameaça a humanidade. A série explora choque entre corporações, identidade e o horror clássico da mitologia Alien.

Elenco principal:

Sydney Chandler (Wendy), Alex Lawther (Hermit), Timothy Olyphant (Kirsh), Samuel Blenkin (Boy Kavalier), Essie Davis (Dame Sylvia), Babou Ceesay (Morrow), Adarsh Gourav, Kit Young (Tootles), Jonathan Ajayi (Smee).

Direção / Criação:

Criada por Noah Hawley (produtor executivo). Diretores envolvidos na temporada incluem Dana Gonzales, Ugla Hauksdóttir e o próprio Noah Hawley.

Por que vale a pena assistir?

A saga Alien, iniciada de forma incrível com o longa Alien, O 8º Passageiro (1979), dirigido por Ridley Scott, já possui um total de 9 filmes com o alienígena mais assustador dos cinemas, e passsou por altos e baixos. Além da sequência direta do filme de 1979, o excelente Aliens, o Resgate (1986), de James Cameron, vale destacar somente o mais recente Alien: Romulus (2024), que conseguiu resgatar a aura de terror e suspense, com desenvolvimento satisfatório de personagens num ambiente claustrofóbico onde “ninguém vai ouvir você gritar”.

Dito isso, é um enorme alívio perceber como Noah Hawley conseguiu tanto manter o terror e o suspense com ficção científica dos melhores filmes da saga, como conseguiu também incorporar ao cânone novas (e muito interessantes) narrativas. Hawley, que atua como produtor executivo, roteirista, diretor de 2 episódios, e também ator (ele é o pai da protagonista visto em alguns flashbacks), conseguiu expandir de forma muito assertiva o universo de Alien preservando o que ele tem de melhor. Permanece o contexto social envolvendo o poderio desmedido das grandes corporações que impõem sobre trabalhadores um regime de quase escravidão, com trabalhos ininterruptos pelo espaço, em ambientes inóspitos, e sempre cheio de segredos corporativos. A diferença é que se nos primeiros filmes a Weyland-Yutani Corporation era a grande corporação por trás das tramas e proprietária das naves e de todas as tecnologias, nesta série somos apresentados a um mundo dividido em 5 mega cororações: Weyland-Yutani, Linch, Dynamic, Threshold e Prodigy.

Enquanto na série (e nos filmes) a Weyland-Yutani é a mega corporação icônica e mais conhecida, que produz androides e que atua em viagens interestelares, no setor militar, em comércio interplanetário e na exploração de novos mundos, a Prodigy, fundada pelo personagem Boy Kavalier (Samuel Blenkin), é focada em inteligência artificial, sintéticos e híbridos (robôs com consciência humana), com foco em inovações tecnológicas para alcançar a imortalidade. E a trama da série inicia quando uma nave da Weyland-Yutani, que carrega vários seres alienígenas, dentre eles nosso famoso xenomorfo, desaba numa cidade da Prodigy, localizada na Terra. Isso dá início a um embate entre as duas corporações pela posse das criaturas.

Muito além das ótimas cenas de ação, terror e suspense, com fotografias incríveis e uma tensão constante, a história de Alien: Earth, que ocorre em 2120, dois anos antes dos fatos narrados no longa original de 1979, aprofunda muito bem o conceito filosófico dos híbridos. A personagem Wendy (Sydney Chandler) é a primeira híbrida criada pela Prodigy, um sintético com a consciência de uma menina que estava morrendo de câncer. Tanto sua história e sua visão de mundo, que perpassam por uma analogia com a história de Peter Pan e a Terra do Nunca, assim como os mistérios da ilha (Terra do Nunca), do proprietário e grande vilão Boy Kavalier, deixam a série muito mais interessante. Ainda não houve anúncio sobre renovação até na data desta matéria, mas não acredito que demorarão a anunciar.

Cabe ainda destacar o 5º episódio desta temporada, que conseguiu não somente relembrar os primórdios nostálgicos da saga de terror e ficção científica, como também apresentar alguns dos momentos mais tensos e assustadores de toda a longeva saga. Aplaudo de pé Noah Hawley, que trouxe aos holofotes e com brilhantismo este universo e que ainda dirigiu o melhor episódio da temporada.

Notas: IMDb:7,6Rotten Tomatoes: 🍅 95% (críticos) | 71% (público)

 

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